DESTAQUE JANEIRO 2023

DESTAQUE JANEIRO 2023

 

Relógio de Mesa Rolling Ball

Rolling Ball - FMA 1061

Embora a precisão deste relógio não tenha revolucionado o mundo da relojoaria, deixe-se seduzir por esta bela criação. [1]

 

 

Ainda que desde muito cedo os “rolling ball” [2] – relógios onde a duração da circulação de uma esfera através de um percurso predeterminado era usada como padrão de tempo – se revelassem imprecisos, nem por isso deixaram de causar fascínio, transformando-se em raridades que cativam o olhar, como é o caso da peça da coleção Medeiros e Almeida.

 

 

 

O relógio da Coleção Medeiros e Almeida

Situado na Sala dos Relógios do Museu, o rolling ball da coleção não está assinado nem datado, mas é, com toda probabilidade, uma réplica inglesa do século XX.

Construído segundo o desenho do seu inventor, William Congreve (1772-1828) e com autonomia de oito dias, este relógio de mesa constitui-se essencialmente por três elementos: a estrutura em esqueleto (formada por uma base quadrangular assente sobre quatro pés e unida por quatro pilares rematados em pináculos); a mesa basculante, formada por uma calha em ziguezague pela qual se movimenta uma bola de aço; encimado por frontão com três mostradores que esconde o movimento, de corda e fuso.

Rolling Ball mecanismo - FMA 1061

Movimento do rolling ball do Museu Medeiros e Almeida (FMA 1061)

 

O movimento está contido numa estrutura em frontão rematada por pináculo. Na parte frontal desta estrutura situam-se três mostradores com o centro vazado apresentando cada um apenas um ponteiro. O do lado direito, referente aos segundos, possui unicamente duas indicações: “30” e “60”; o ponteiro deste mostrador é acionado cada vez que a bola de aço chega ao fim do seu percurso (30 segundos) e ativa a alavanca (o escape) que inclina a calha para o lado contrário, de modo a que a esfera recomece o caminho em sentido inverso. O mostrador central, indicador dos minutos, tem gravados os 60 minutos no anel interior em tracejado e em numeração árabe (de 5 em 5). O mostrador da esquerda, das horas, indica as mesmas em numeração romana.

Rolling Ball mostradores -FMA 1061

Conjunto de mostradores do rolling ball do Museu Medeiros e Almeida (FMA 1061)

 

O conjunto assenta numa base quadrangular de mármore acinzentado com laivos cremes, com quatro pés metálicos em bola, e é protegido por “maquineta” de vidro e metal.

Rolling Ball - FMA 1061

Rolling ball do Museu Medeiros e Almeida (FMA 1061)

 

 

Relógios rolling ball através da história

 

É complicado estabelecer com precisão quando começa a história dos relógios de tipo rolling ball. Alguns autores defendem que os primeiros modelos foram inspirados nas experiências de corpos em movimento sobre planos inclinados do florentino Galileo Galilei (1564-1642); porém, parece provável que os primeiros exemplares sejam anteriores. Independentemente de quando o primeiro rolling ball foi criado, a verdade é que estes relógios, embora nunca fabricados em grande escala, adquiriram certa popularidade, quer como meros objetos de curiosidade quer pelo seu interesse no âmbito científico, figurando durante o século XVII como peças de destaque em gabinetes de curiosidades.

Embora a função decorativa das esferas não possa ser depreciada, estas tinham primeiramente uma utilidade prática: a de libertar e voltar a bloquear o mecanismo de contagem do tempo, estabelecendo assim um padrão de tempo que se pretendia mais preciso do que o uso da roda de balanço, ou foliot, usados à época.

Os rolling ball mais antigos que se conhecem são, provavelmente, os três conservados no Museu de História de Arte de Viena (https://www.khm.at/en/objectdb/?query=all_persons%3AChristoph%20Margraf) [3]. Da autoria de Christof Margaf (antes de 1574 – depois de 1624), estes relógios (datados de 1596, c. 1599 e c. 1600) consistem numa caixa, com o mostrador na parte dianteira e espelhos e cenários no interior, na qual várias esferas descem alternadamente entre dois fios metálicos situados no interior, para depois voltarem ao início.

Apesar de Margraf ter garantido a patente para o seu sistema rolling ball já em 1595, outros vieram depois dele que continuaram a explorar este caminho. No chamado Cofre Verde das Coleções de Arte do Estado de Dresden, existe um relógio de bola em forma de torre octogonal, realizado em Augsburgo em c. 1600 pelo relojoeiro Hans Schlottheim (1547-1625), onde bolas de cristal descem um percurso em espiral que rodeia 16 vezes a peça (ver https://skd-online-collection.skd.museum/Details/Index/118366). Para além de rolling ball, este relógio é musical e tem várias figuras autómatas (Saturno, no topo, toca o sino; na galeria superior os planetas representados por deuses e, na galeria inferior, músicos), assim como um calendário perpétuo.

Também por volta de 1600, Christopher Rohr, cunhado de Schlottheim, concretiza um relógio de bola, hoje em dia no Museu Herzog Anton Ulrich, em Brunsvique, Alemanha (ver https://kulturerbe.niedersachsen.de/objekt/isil_DE-MUS-026819_opal_herzanulm_kunshe_Uhr77/1/). Em forma de pirâmide e com autómatos e um calendário anual que indica os dias da semana, os feriados e os signos do zodíaco, a grande diferença a nível funcional entre este rolling ball e os mencionados anteriormente é o facto de neste só existir uma esfera, pelo que o tempo contabilizado (um minuto) inclui a descida da bola pelo canal que rodeia a peça, e subida, recomeçando o ciclo a contagem de um novo minuto.

No segundo quartel do século XVII, Johann Sayller (1597-1668), relojoeiro em Ulm, Alemanha, voltou à ideia de relógios-caixa, com mostrador na parte frontal, espelho no interior da tampa e sistema rolling ball de várias esferas no interior, à maneira de Margraf. Um destes relógios pode ser visto no Antigo Castelo de Stuttgart (ver https://www.landesmuseum-stuttgart.de/sammlung/sammlung-online/dk-details?dk_object_id=450), enquanto que outro exemplar foi vendido pela leiloeira Bonhams (ver https://www.bonhams.com/AUCTIONS/24788/LOT/133/?CATEGORY=LIST), após ter participado na exposição “Innovation and Collaboration; The early development of the pendulum clock in London” (“Inovação e Colaboração; O desenvolvimento inicial do relógio de pêndulo em Londres” – fevereiro 2018). Na década de 50 do mesmo século, Niclaus Radeloff realiza em Schleswig (na altura território dinamarquês) pelo menos três rolling balls, um dos quais se encontra hoje no Museu Nacional da Dinamarca (ver https://samlinger.natmus.dk/dmr/asset/168040) e outro no Castelo Rosenborg, também em Copenhaga.

Ainda no século XVII, e apesar da introdução do relógio de pêndulo pelo cientista e inventor neerlandês Christiaan Huygens (1629-1695) – invenção patenteada em 1657, que viria a revolucionar a relojoaria dando lugar a máquinas muito mais fiáveis -, as experiências com o sistema rolling ball como padrão de tempo continuaram. Assim, consta que o francês Nicolas Grollier de Servière (1596-1689) tinha no seu gabinete de curiosidades vários exemplares concebidos por ele, infelizmente desaparecidos, mas que podemos conhecer graças ao catálogo ilustrado publicado pelo seu neto [4]. No Museu Galileo, em Florença, há um rolling ball datado de 1660-1680 (ver https://catalogo.museogalileo.it/oggetto/OrologioCosiddettoMotoPerpetuo.html) e atribuído por alguns autores ao italiano Giuseppe Campani (1635-1715) [5]. Em 1674, Matthäus Halleicher (1677-1704) cria um rolling ball conhecido como “a ponte cantante”, devido ao som produzido pelas esferas que rolam pelos cabos de aço através de uma estrutura em forma de ponte, atualmente conservado no Salão de Matemática e Física em Dresden (https://skd-online-collection.skd.museum/Details/Index/50199). Silvio A. Bedini refere, no seu livro sobre Giuseppe Campani [6], um relógio de bola rolante de grandes proporções que teria sido fabricado por Christoph Schöner em 1702 (segundo documentação escrita pelo relojoeiro que o reparou várias décadas mais tarde) e cujo paradeiro se desconhece desde que em 1810 foi adquirido por Salmon Mayer von Rotshchild em leilão.

Produzidos maioritariamente na Europa Central, existe conhecimento de alguns exemplares fabricados durante o século XVIII, também em Inglaterra, como o caso do fabricado por Humphrey Gainsborough (1718-1776), irmão do pintor Thomas Gainsborough, mencionado na Gentleman’s Magazine em 1785 [7] e que foi doado ao Museu Britânico em 1788, embora já não se encontre entre as suas coleções. Porém, estes exemplares mais tardios, serão apenas curiosidades que não pretendem ser um contributo para a evolução da precisão, meta que já tinha sido alcançada pelos relógios de pêndulo.

 

 

O modelo Congreve

 

William Congreve foi militar na Artilharia Real, controlador do Laboratório de Woolwich e membro do Parlamento, mas talvez seja mais conhecido por algumas das suas múltiplas invenções, entre as quais os foguetes Congreve, uma comporta para canais, um processo de impressão a cores, um novo tipo de máquina de vapor ou um papel infalsificável para notas, tendo registado ao longo da sua vida 18 patentes [8].

Em 1808, Congreve patenteou um sistema para relojoaria, no qual uma bola metálica se movimenta por um percurso em ziguezague formado por planos inclinados, acionando no fim do trajeto uma alavanca que inverte a inclinação dos planos (e faz avançar os ponteiros do mostrador), fazendo com que a bola volte a rodar no sentido contrário e criando assim um padrão de tempo que se pretendia constante. Congreve chamou a este sistema “extreme detached escapement” e, embora seja possível que tenha tido conhecimento de alguns dos exemplares apresentados anteriormente (não é descabido pensar que o rolling ball de Gainsborough estivesse nesta altura no Museu Britânico), não há qualquer prova documental sobre isto e é possível também que desenvolvesse o seu sistema de forma independente.

O protótipo do relógio Congreve (que provavelmente começou a concretizar-se a partir de 1798) foi, tal como indica a sua inscrição (“The first experiment of a new Principle for the Measurement of Time, invented by Wm. Congreve Esq.; is humbly presented to His Highness the Prince of Wales, 1808”), apresentado ao Príncipe de Gales e, atualmente, faz parte das coleções do Museu da Artilheria Real (Rotunda Museum), em Woolwich, Inglaterra. Este primeiro modelo será o único que usa como força motriz uma bala de canhão situada debaixo do relógio.

Congreve, tal como podemos comprovar pela inscrição do relógio conservado na Abadia de Anglesey, em Cambridgeshire (Inglaterra), “Invented by W. Congreve Esq, J. Moxon, fecit”, não se encarregava da concretização dos relógios por ele desenhados, mas contactava verdadeiros relojoeiros, como James Moxon (https://www.nationaltrustcollections.org.uk/object/514761).

Curiosamente, no Museu Nacional da Escócia existe um relógio com um sistema rolling ball em tudo parecido ao sistema Congreve, da autoria de Robert Bryson (1778-1852) e datado, numa inscrição na parte frontal, de 1804, quatro anos antes da patente de Congreve (https://www.nms.ac.uk/explore-our-collections/stories/science-and-technology/congreve-rolling-ball-clock/). Existe, contudo, correspondência da época que esclarece de forma inequívoca o facto da criação de Bryson ser devedora da invenção de Congreve [9].

O sistema Congreve encontrou imediata aceitação e foram muitos os relojeiros, para além de Bryson, que o incorporaram nas suas criações durante os séculos XIX e XX. Assim, na coleção do Museu Britânico, em Londres, encontramos um exemplar de 1830 de James Moore French (c. 1781-1842), relojoeiro irlandês a trabalhar em Londres (https://www.britishmuseum.org/collection/object/H_1958-1006-2137), e no Museu Nacional do Relógio, em Columbia, Estados Unidos, existe um relógio Congreve, de c. 1885, da autoria de John Evans (https://nawcc.pastperfectonline.com/webobject/2301AA0D-5CEB-4A43-8BDD-936420386195). Já nos anos 70 do século XX, as companhias inglesas E. Dent & Co e Thwaites & Reed, entre outras, criaram edições limitadas de réplicas e reproduções de relógios Congreve (https://www.rmg.co.uk/collections/objects/rmgc-object-79281).

O fascínio pelos relógios Congreve chegou também a Portugal. Consta que o relojoeiro José Maria Taborda terá fabricado pelo menos um exemplar (hoje em dia numa coleção privada), encimado pelas suas iniciais, “JMT”, que também figuram na chave da corda [10].

Apesar de Congreve ter desenhado este tipo de rolling ball numa tentativa séria de alcançar uma melhor precisão, na verdade, não foi bem sucedido nesse aspeto, já que qualquer mudança na temperatura ou na humidade, a poeira acumulada nas calhas em que circula a bola (ou na própria bola), o desgaste ou outras circunstâncias difíceis de evitar, conspiram para tornar estes relógios pouco fiáveis. Porém, como diria John Wilding no seu livro “How to Make a Congreve Clock”, de 1976, “não se constrói um relógio Congreve com o propósito de saber as horas” mas sim pelo “efeito hipnotizante de observar a bola atravessando indefinidamente a plataforma inclinada” [11].

 

 

Proveniência

 

O rolling ball da coleção (Nº inv. FMA 1061), foi adquirido por António de Medeiros e Almeida, através do antiquário Wolf Steinhardt, no leilão da Phillips de 14 de março de 1978, em Londres. Nesta data, Medeiros e Almeida já tinha criado a Fundação com o seu nome cujo objetivo fundamental era o de “dotar o País com uma Casa-Museu …” [12] e as obras para transformar a antiga residência do fundador em Museu já tinham sido concluídas em 1974 (embora o Museu permanecesse encerrado ao público até 2001), pelo que a aquisição desta peça foi sem dúvida pensada para enriquecer e complementar o já numeroso núcleo de relógios da coleção, merecedor pela sua importância e abrangência de uma sala própria para a sua exposição.

Existe nos arquivos do Museu variada documentação referente a esta compra, nomeadamente cartas entre o colecionador e o antiquário, faturas ou o próprio catálogo da Phillips. Numa das cartas (datada de 27 de setembro de 1978, quando esta peça já tinha sido adquirida, mas ainda estava em Londres), Steinhardt refere vários relógios que viu na Christie´s (provavelmente os que iriam ser leiloados a 4 de outubro de 1978) e refere que “nos relógios de sala, também nâo hà nada interessante. O 58 = Congreve – rolling ball-clock, é uma reproducçâo do egual que eu comprei para V.Exa. no Phillips” [13].

Wolf Steinhardt, que em diversas ocasiões adquiriu peças para Medeiros e Almeida, tinha uma loja de “relógios, antiguidades e bricabraque” em Lisboa, na Rua das Flores 33.

 

 

Samantha Coleman-Aller

Museu Medeiros e Almeida

 

NOTA: O nosso agradecimento a Luis Couto Soares e Paulo Anastácio por todas as informações prestadas.

 

[1] Tradução da autora. No original: “Si la précision de cette horloge n’a pas révolutionné le monde horloger, laissez-vous séduire par cette très belle réalisation”. Alan Marquet, “La Pendule à Bille de Sir William Congreve”, Horlogerie ancienne et d’art. Bulletin de l’Association Nationale des Collectionneurs et des Amateurs d’Horlogerie Ancienne et d’art, nº 127 (primavera/verão 2014): 12-15.

[2] O termo “rolling ball” (bola rolante) será usado neste texto em inglês por ser a nomenclatura mais utilizada na bibliografia internacional.

[3] Os sites de museus e coleções referidos neste texto para ilustrar os diversos exemplares de rolling balls mencionados, foram consultados entre os meses de novembro e dezembro de 2022.

[4] Gaspard Grollier de Servière, Recueil d’ouvrages curieux de mathematique et de mecanique, ou description du cabinet de Monsieur [Nicolas] Grollier de Serviere (Lyon : Chés David Forey, 1733), 12-20

[5] Silvio A. Bedini, Giuseppe Campani, “Inventor Romae”, na Uncommon Genius (Leiden/Boston: Brill, 2021), 542-544.

[6] Ibid.

[7] George H. Peters, The Life and Work of Humphrey Gainsborough, Engineer, Inventor, and Congregational Minister at Henly-on-Thames, 1748-1776 (Henley: Higgs and Co., 1948), 19.

[8] Os conhecidos fósforos Congreve (Congreve matches) não serão, apesar do equívoco nome, da sua invenção.

[9] Alguns autores defendem que este número não será, de facto, uma data, mas sim um número de série.

[10] Telo Ferreira Canhão, “A Perpétua Genialidade.” (13.11.2022). https://www.institutoportuguesderelojoaria.pt/post/a-perp%C3%A9tua-genialidade?utm_source=so&cid=d36265b6-349c-41be-852a-5836e3974ad8&utm_content=e4cbcc52-f626-4925-8812-103cca173818&postId=c508ac70-7448-4729-acde-6585c71a67a6&utm_campaign=a002f494-3f6f-4bda-aed1-bf3774f6e8d4&utm_medium=mail

[11] Tradução da autora. No original: “one does not construct a Congreve clock for the purpose of telling the time” e “the mesmeric effect of the ball endlessly traversing the inclined platform”. John Wilding, How to Make a Congreve Clock (1979) citado em Sean C. Monk, “The Congreve Rolling Ball Clock.” Horological Times, Vol.6, Nº3 (março 1982): 22-24.

[12] Capítulo 1 – Art. 3º dos Estatutos da Fundação Medeiros e Almeida, aprovados a 31 de agosto de 1972.

[13] Transcrição literal da carta de Wolf Steinhardt a António de Medeiros e Almeida datada de 27/09/1978 e conservada nos arquivos do Museu Medeiros e Almeida.

 

 

Bibliografia:

 

BAILLE, G.H., Watchmakers & Clockmakers of the World, London: N.A.G. Press Ltd, 1951.

BAILLE, G.H., CLUTTON, C. & COURTENAY, I., Britten’s old Clocks and Watches and their Makers. A History of Styles in Clocks and Watches and their Mechanisms, London: Methuen/Spon, 1982.

BEDINI, S.A., Giuseppe Campni, “Inventor Romae”, na Uncommon Genius, Leiden/Boston: Brill, 2021.

GROLLIER DE SERVIERE, G., Recueil d’ouvrages curieux de mathematique et de mecanique, ou description du cabinet de Monsieur [Nicolas] Grollier de Serviere, Lyon : Chés David Forey, 1733.

JAGGER, C., The World’s Great Clocks & Watches, London: Hamlyn, 1977.

JAGGER, C., Royal Clocks. The British Monarchy & its Timekeepers 1300-1900, London: Robert Hale, 1983.

LLOYD, H.A., Some Outstanding Clocks over Seven Hundred Years: 1250-1950, Woodbridge: Antique Collectors’ Club, 1981.

MARQUET, A., “La Pendule à Bille de Sir William Congreve.” Horlogerie ancienne et d’art. Bulletin de l’Association Nationale des Collectionneurs et des Amateurs d’Horlogerie Ancienne et d’art, nº 127 (primavera/verão 2014): 12-15.

MONK, S.C., “The Congreve Rolling Ball Clock.” Horological Times, Vol.6, Nº3 (março 1982): 22-24.

PETERS, G.H., The Life and Work of Humphrey Gainsborough, Engineer, Inventor, and Congregational Minister at Henly-on-Thames, 1748-1776, Henley: Higgs and Co., 1948.

SMITH, A. (ed.), The Country Life International Dictionary of Clocks, New York: Putnam Publishing Group, 1979.

 

 

Como citar / How to cite: Coleman-Aller, Samantha (2023). Relógio de mesa “Rolling Ball”. Lisboa: Museu Medeiros e Almeida. https://www.museumedeirosealmeida.pt/pecas/destaque-janeiro-2023/.

 

A investigação em História da Arte é um trabalho permanentemente em curso. Caso tenha alguma informação ou queira colocar alguma questão a propósito deste texto, agradecemos o contacto para: info@museumedeirosealmeida.pt.

Autor

Desconhecido

Data

Século XX

Local

Inglaterra

Materiais

Mármore, metal, esmalte e vidro

Dimensões

A. 41 x C. 41 x L. 27 cm

Category
Relógios Ingleses